O comportamento do consumidor vem ganhando uma nova percepção e sensibilidade ecológica, as quais alteram os padrões competitivos do ambiente empresarial e incentivam a utilização da logística reversa. Com a evolução cientifica e tecnológica percebe-se um aumento na descoberta, fabricação e consumo de medicamentos, bem como aumento do seu descarte.

Diante disso, empresas têm adotado medidas de logística reversa, para que possam ser reaproveitados e reciclados os produtos e materiais utilizados, permitindo um descarte correto e inteligente dos medicamentos. E partindo disto, vem a pergunta: como a robotização pode agilizar e aliviar os riscos da logística reversa no setor farmacêutico?

A robotização é uma ferramenta de otimização de trabalho. Em suma, é a utilização de um software com capacidade para automatizar processos que consistem em tarefas repetitivas como navegação em sistemas web, alimentação dos sistemas de clientes, extração de informações de outros sistemas e abastecimento do sistema interno, por exemplo.

Um ser humano trabalha, em média, 8h por dia. Mas, quando se fala de produtividade, esse tempo é de, em média, 5h por dia, uma vez que o trabalhador faz horário de almoço e pausas diversas. Já um robô trabalha 24 horas por 7 dias da semana sem perder a sua produtividade, algo que para os seres humanos é impossível.

A robotização também certifica que todos os processos serão desenvolvidos corretamente, de maneira ágil e com menos erros. Desse modo, ganha-se rapidez e qualidade no trabalho.

Mitigação de riscos

A palavra mitigar significa atenuar, abrandar. Já a palavra risco está atrelada à incerteza de que algo aconteça. Quando falamos em mitigação de riscos, estamos nos referindo, portanto, à atenuação dos impactos que uma falha processual pode trazer para a empresa. Aí podemos incluir a falta de segurança da informação, abrindo brechas para o vazamento de dados estratégicos do negócio, por exemplo.

Existem diversos tipos de riscos operacionais que podem ocorrer durante a vida de uma empresa, indo de uma simples falha na produção até uma fraude de grandes proporções. O tipo de impacto causado está ligado à gravidade do risco e ao nível de preparo da organização para combatê-lo.

Mitigação de riscos e a logística reversa no Setor Farmacêutico

Com o crescente volume de negócios no setor farmacêutico, em escala mundial, e a grande quantidade de produtos transportados diariamente, aumentou também a quantidade de resíduos gerados e estes por sua vez precisam ser retornados à sua origem. O tráfego de produtos no sentido contrário da cadeia da produção normal precisa ser tratado adequadamente, para evitar trabalho e custos extras.

Desta forma é necessário imaginar que todas as atividades produtivas envolvem algum tipo de risco. Porém, em setores que lidam com a saúde, como a indústria farmacêutica, a responsabilidade em garantir a segurança das pessoas aumenta ainda mais. Afinal, estamos falando de algo primordial.

Principalmente em datas de vencimento dos medicamentos, que serão retornados, e tempo para transportar, por exemplo. Qualquer erro desta magnitude pode gerar alto prejuízo.

Por isso, em decorrência dessa importância, há a mitigação de risco. Ela é uma ferramenta que permite às empresas avaliarem os perigos envolvidos em seus processos e tomar decisões para validar a segurança dos medicamentos.

Como a robotização agiliza e mitiga os riscos no Setor Farmacêutico

Iniciando pela geração de relatórios e interação com clientes (através de e-mails automáticos, geração de relatório e integrações sistêmicas por meio de Robôs) ou até mesmo gerando as notas fiscais e pedidos.

A globalização é responsável por diversas modificações no mundo, influenciando na política, nas relações sociais, no desenvolvimento tecnológico, nas formas de trabalho, etc. Um desses fatores fortemente alterados pelo processo de globalização é a intensa robotização na produção empresarial.

Conforme dados divulgados pela Organização das Nações Unidas (ONU), aproximadamente 85 mil robôs são introduzidos anualmente nas indústrias em todo o mundo. Esse processo é motivado por diversos fatores, sendo um deles a maximização da produção: a utilização de robôs pode quadruplicar a produção em determinados segmentos.

Processos que demoravam entre 3 e 4 dias para serem desenvolvidos por funcionários humanos passaram a levar 6h quando desenvolvida pelos robôs, apresentando um decréscimo considerável de tempo de serviço.

Quais as vantagens?

A robotização é a aplicação de técnicas computadorizadas ou mecânicas para diminuir o uso de mão de obra em qualquer processo, especialmente o uso de robôs nas linhas de produção.

Sendo assim, várias são as vantagens, a começar pela padronização de processos internos, além de rapidez, assertividade e redução de custo diretamente e indiretamente.

Os tipos de empresas farmacêuticas que a robotização é recomendada

Sem mais e nem menos, o que se precisa saber é que todas as empresas do setor farmacêutico seriam essenciais para a obtenção da robotização. Pois, desde que todas as empresas tenham um padrão em seu processo, facilmente pode ser implementado uma automação.

Como a Yank trabalha com o setor?

Direta e indiretamente, a Yank Solutions faz robôs específicos para determinados departamentos, como o Customer Care. Além disso, robotiza fluxos de negócios que podem ser totalmente ajustados como robôs do financeiro, que geralmente se encaixa ou é muito parecido com um robô financeiro do Ramo farmacêutico.

Mesmo que uma indústria farmacêutica não tenha seus processos inteiramente em um sistema único e que dependa de planilhas, workflows, documentos word e etc. Com o uso de robôs, é permitido capturar e inserir informações nestas múltiplas opções e, por consequência unificar e consolidar tudo isso no banco de dados do robô.

 

REFERÊNCIAS

https://www.yanksolutions.com.br/

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/a-robotizacao-na-producao-industrial.htm

file:///C:/Users/Stefani/Downloads/4400-11705-1-PB.pdf

https://blog.sonda.com/mitigacao-de-riscos-operacionais-entenda-a-importancia/

https://producaoonline.org.br/rpo/article/view/3607/1838

 

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